Eu sempre gostei de filmes de terror desde criança. Adoro receber um susto, sentir meu coração acelerado e ficar tensa durante as cenas. Há muitos filmes excelentes de terror, mas o meu preferido é “O Exorcista”. Este clássico de 1973 ainda me assusta até hoje.

O filme é dirigido por William Friedkin e é baseado no livro de William Peter Blatty. Ele conta a história de uma mãe que pede ajuda para um padre quando sua filha de doze anos, Regan, começa a agir de maneira estranha e violenta. Gradualmente, as coisas começam a ficar fora de controle, e o padre percebe que Regan está possuída pelo demônio.

O filme é cheio de cenas assustadoras e perturbadoras, mas o que realmente me pega são as emoções e o suspense. Ele não se limita a sustos baratos, mas constrói o medo lentamente, deixando-o crescer gradualmente até onde parece que não há saída. A atuação de Linda Blair como Regan é incrível, ela parece estar genuinamente possuída.

O exorcismo em si é uma das cenas mais intensas, emocionantes e surreais do cinema. Você se sentirá assustado, triste e até aliviado quando tudo acabar. Este filme mostra que o horror pode ser feito de forma realista e profunda.

O Exorcista é um filme que me deixa intrigada. Ainda hoje, depois de tantos anos, assisto ao filme e fico assustada como se fosse a primeira vez que eu já havia assistido. Ele me lembra que o medo não precisa ser superficial e que os filmes de terror podem ser feitos para assustar e entreter da mesma forma. Se eu pudesse escolher apenas um filme de terror para assistir antes de morrer, seria esse.

É por isso que eu mantenho esse filme como meu favorito. Ele me lembra a emoção e o suspense que os filmes de terror devem ter, e como eles podem ser usados para tocar profundamente em nossas emoções e deixar uma impressão duradoura. Se você é um fã de filmes de terror, então O Exorcista é um absoluto imperdível. Acredite em mim, você nunca mais será o mesmo após assistir este clássico atemporal.